| Investimento estrangeiro pode entrar em empresas de operações a prazo |
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| 2007-11-20 18:27 Gab. do Conselheiro Económico e Comercial da Embaixada da República Popular da China |
De acordo com o último Catalogue of Industries for Guiding Foreign Investment os investimentos estrangeiros podem, desde o dia 1 de Dezembro, entrar em empresas chinesas de operações a prazo, mas o seu maior participante terá que ser chinês, noticiou hoje o Shanghai Securities News.
O catálogo, revisto conjuntamente pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reformas e pelo Ministério do Comércio, entrará em vigor no início do próximo mês.
Na última versão do catálogo, as empresas de operações a prazo foram transferidas da lista proibida para a lista restrita da indústria financeira, que contudo salienta que os accionistas chineses de empresas deste tipo deverão dominar os accionistas estrangeiros.
Guo Tianyong, director do Centro de Pesquisa Bancária da China da Universidade Central de Finanças e Economia, referiu que o mercado de futuros da China se mantinha, há já alguns anos, na "primeira infância", mas que, como os produtos a prazo são diversificados, a sua fase de crescimento e maturação é maior e são reunidos pelo índice bolsista e de transacções de futuros, se acordou em eliminar a proibição que recaía sobre os investimentos estrangeiros na indústria de futuros.
No entretanto, o novo catálogo também ajustará as condições dos investimentos estrangeiros às empresas seguradores e de valores mobiliários, ambas presentes na lista das indústrias restrita.
Com não mais de um terço de posse de capital estrangeiro, uma empresa conjunta de valores mobiliários está restringida à subscrição de acções do tipo A, bem como à subscrição e negociação de acções do tipo B, H, obrigações societárias e governamentais.
No que diz respeito à indústria seguradora, o limite de 51% no investimento em seguradoras não-vida é eliminado, enquanto que permancerá válido o limite de 50% em companhias de seguro de vida venturing.
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